Sadhana Forest é quase tudo o que eu imaginei de um projecto sustentavel - e, ainda assim, bastante mais desenvolvido.
Andar descalça na lama ou dar à manivela 12 vezes para conseguir água suficiente para tomar banho é tão diferente de tudo o que imagino pessoas "como nós" a fazer... Pessoas que nasceram numa cidade grande de um país desenvolvido qualquer, provavelmente "do outro lado do mundo". Pessoas que, por muito que estudem, nunca farão ideia do que realmente significa o termo "sustentabilidade". Não é apenas reciclar, não! E nem aqui, onde não temos água canalizada nem electricidade 24 horas por dia, conseguimos aplicar o termo a 100%. Mas posso dizer que estamos incrivelmente mais próximos de consegui-lo do que aquilo que alguma vez imaginei que fosse possível!
Aqui acordamos às 5:45 da manhã ao som do cantar de uma voluntária fantástica que passeia pelo acampamento enquanto toca guitarra. Não temos despertadores nos telemóveis claro. Não só pela já mencionada falta de electricidade constante mas também pelo facto de fazermos tudo para mantermos vivo o conceito de comunidade: o segundo mais importante em Sadhana!
Aqui podemos dizer que aproveitamos a vida. E porquê? Porque usamos verdadeiramente cada minuto do dia. E não se trata apenas de acordar cedo porque a verdade é que também nos deitamos cedo devido à escuridão total da floresta que nos envolve. Trata-se de vivermos e trabalharmos no mesmo local - ou, diria melhor, de trabalharmos para vivermos! Apesar de trabalhar na floresta ser o grande objectivo, há uma série de tarefas que lhe estão inevitavelmente associadas.
Desde Dezembro de 2003, cerca de mil voluntários por ano trabalham juntos - aqui em Auroville - para recuperar pelo menos parte da antiga Tropical Dry Evergreen Forest. E já foram plantadas mais de 19 000 árvores, tendo mais de 80% de sucesso.
Enquanto o trabalho na floresta se dá sobretudo durante a manhã - enquanto ainda não está demasiado calor - a comunidade também precisa de muita ajuda para sobreviver!
Todos os dias dividimos tarefas entre os voluntários. É preciso cozinhar três refeições para cerca de 100 pessoas, rodar os paineis solares de 3 em 3 horas, tratar das casas de banho de compostagem, ou proteger as cabanas das térmites. E estes são, obviamente, apenas alguns dos muitos exemplos daquilo que temos de fazer diariamente.
Andar descalça na lama ou dar à manivela 12 vezes para conseguir água suficiente para tomar banho é tão diferente de tudo o que imagino pessoas "como nós" a fazer... Pessoas que nasceram numa cidade grande de um país desenvolvido qualquer, provavelmente "do outro lado do mundo". Pessoas que, por muito que estudem, nunca farão ideia do que realmente significa o termo "sustentabilidade". Não é apenas reciclar, não! E nem aqui, onde não temos água canalizada nem electricidade 24 horas por dia, conseguimos aplicar o termo a 100%. Mas posso dizer que estamos incrivelmente mais próximos de consegui-lo do que aquilo que alguma vez imaginei que fosse possível!
Aqui acordamos às 5:45 da manhã ao som do cantar de uma voluntária fantástica que passeia pelo acampamento enquanto toca guitarra. Não temos despertadores nos telemóveis claro. Não só pela já mencionada falta de electricidade constante mas também pelo facto de fazermos tudo para mantermos vivo o conceito de comunidade: o segundo mais importante em Sadhana!
Aqui podemos dizer que aproveitamos a vida. E porquê? Porque usamos verdadeiramente cada minuto do dia. E não se trata apenas de acordar cedo porque a verdade é que também nos deitamos cedo devido à escuridão total da floresta que nos envolve. Trata-se de vivermos e trabalharmos no mesmo local - ou, diria melhor, de trabalharmos para vivermos! Apesar de trabalhar na floresta ser o grande objectivo, há uma série de tarefas que lhe estão inevitavelmente associadas.
Desde Dezembro de 2003, cerca de mil voluntários por ano trabalham juntos - aqui em Auroville - para recuperar pelo menos parte da antiga Tropical Dry Evergreen Forest. E já foram plantadas mais de 19 000 árvores, tendo mais de 80% de sucesso.
Enquanto o trabalho na floresta se dá sobretudo durante a manhã - enquanto ainda não está demasiado calor - a comunidade também precisa de muita ajuda para sobreviver!
Todos os dias dividimos tarefas entre os voluntários. É preciso cozinhar três refeições para cerca de 100 pessoas, rodar os paineis solares de 3 em 3 horas, tratar das casas de banho de compostagem, ou proteger as cabanas das térmites. E estes são, obviamente, apenas alguns dos muitos exemplos daquilo que temos de fazer diariamente.
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